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Nielsen

Não importa se almeja os mercados globais, regionais ou locais, a Nielsen valoriza a importância de se conhecer o comportamento de consumidores sob uma perspectiva única. Como uma empresa global de gestão da informação, a Nielsen estuda os consumidores em mais de 100 países, recorrendo à diversidade das comunidades locais e nacionais para garantir o entendimento mais completo sobre o que os consumidores assistem e compram.

No Brasil, acompanha regularmente o consumo de cerca de 200 categorias de produtos nos diversos pontos de venda, inclusive o mercado editorial, com metodologias globais testadas e aprovadas em todo o mundo. Seus estudos permitem que indústria e varejo sejam capazes de definir suas estratégias com base no que acontece em supermercados, farmácias, padarias, perfumarias, atacados, lojas tradicionais, lanchonetes, bares, restaurantes, casas noturnas e livrarias. Sua tecnologia de ponto de venda (PDV) para os serviços de mensuração do varejo captura dados sobre vendas e preços de, virtualmente, todas as redes varejistas mais representativas. Para outros dados, utiliza a melhor metodologia de amostragem da indústria e, quando os dados eletrônicos não estão disponíveis, realiza auditorias de campo detalhadas.

A parceria com a NeoGrid permite atender as necessidades da cadeia de suprimentos, oferecendo informações sobre giro, estoques virtuais, falta de produtos na prateleira, vendas perdidas, percentual de disponibilidade de produtos nos pontos de venda, identificação das causas para a falta de produtos, além de permitir a comparação com os principais indicadores da cadeia de suprimentos de modo proporcionar o entendimento da performance individual de seus clientes em relação à média do mercado.

Além da auditoria dos pontos de vendas, a Nielsen trabalha com um painel de domicílios, monitorando as compras de mais de oito mil lares brasileiros, localizados em regiões urbanas, que representam o cenário de consumo das famílias do país. Com isso, é possível avaliar a maneira como diferentes consumidores se comportam em diferentes canais de venda, o que colocam em seus carrinhos, quais marcas são compradas juntas e níveis de repetição, apresentando também dados de frequência e lealdade. Esses dados são cruzados com as informações sobre o varejo, geolocalização e execução no ponto de venda, gerando insights estratégicos para a tomada de decisão dos seus clientes.

Por meio do estudo da atividade elétrica do cérebro e dos movimentos oculares, a Nielsen também oferece uma visão em tempo real das reações implícitas dos consumidores a estímulos de marketing com as tecnologias da Nielsen Neuro, que aplica técnicas da neurociência à pesquisa de mercado, proporcionando insights e recomendações concretas sobre todos os aspectos dos materiais de marketing, publicidade e ponto de venda, antes ou durante sua execução.

Com pessoas cada vez mais conectadas, a Nielsen, por meio da joint venture Nielsen IBOPE também oferece resultados acionáveis aos clientes para o ambiente digital e mobile, permitindo o acompanhamento de informações detalhadas sobre a atividade dos internautas. Possibilita o monitoramento de campanhas publicitárias online e comparação com mídia offline a partir de informações sobre alcance, frequência, impressões e dados demográficos; além da análise do desempenho mobile, seus serviços, aplicativos mais usados e conteúdos mais acessados pelos smartphones.

Comemorando 45 anos de existência no país, a Nielsen tem orgulho de ser a provedora oficial de informações para os Jogos Olímpicos Rio 2016 e oferecer soluções para a indústria e o varejo, com credibilidade e imparcialidade por meio de nossos escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Recife, além da equipe própria em todo território nacional, reportando dados diários.

Só a Nielsen tem uma visão completa e única sobre o consumidor.

www.br.nielsen.com

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Incentivados pelos apps sociais, mais de 68 milhões de brasileiros usam a internet no smartphone

O acesso à internet em casa ou no local de trabalho já superou a marca de 100 milhões de pessoas no Brasil. Em maio de 2015, o número foi de 101,4 milhões, segundo a pesquisa NetView, da Nielsen Ibope. Usuários ativos, que são aqueles que usaram a internet por meio de computadores no mês, somaram 72,8 milhões.

Quando se considera apenas o ambiente domiciliar, a barreira superada foi a dos 95 milhões. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à rede já chegou a 96,8 milhões. Deveremos ultrapassar a marca de 100 milhões com acesso em casa ainda neste ano. Dessas pessoas com acesso, 61,7 milhões foram usuárias ativas nos computadores presentes nas residências em maio de 2015. Esse número cresceu lentamente até atingir 14,3 milhões em setembro de 2003. Mas, em 2004, com a descoberta dos grandes sites de redes sociais pelos jovens das classes A e B, o acesso domiciliar pulou para 19,3 milhões.
A partir daí a internet voltou a crescer lentamente por cerca de dois anos. Oscilou para 18,9 milhões em setembro de 2005 e para 21 milhões em 2006. Enquanto o acesso domiciliar permanecia concentrado nas classes mais altas, quem aumentava de maneira significativa naqueles tempos era o acesso por meio de lan houses, locais em que pessoas com menos renda descobriam as redes sociais.

A partir de 2007, a internet domiciliar voltou a crescer forte. O motivo era óbvio: grande parte da população brasileira passou a ter mais renda e mais crédito e começou a levar o computador para dentro de casa. Em setembro daquele ano, 30,1 milhões de brasileiros já tinham internet no domicílio. Desde então, os números vieram subindo de maneira rápida e progressiva: 36,3 milhões em 2008, 42,2 milhões em 2009, 48 milhões em 2010, 58 milhões em 2011, 67,8 milhões em 2012, 76,6 milhões em 2013 e 87,9 milhões em 2014. Em setembro de 2015 já deveremos beirar os 100 milhões.

A grande novidade nos últimos anos é que o acesso à internet entre os brasileiros vem sendo feito não somente por meio de computadores, mas, e cada vez mais, por tablets e smartphones. Segundo a pesquisa Mobile Report, da Nielsen Ibope, feita no primeiro trimestre de 2015, 68,4 milhões de brasileiros já usavam o smartphone para se conectar, o que representava um aumento de cerca de 10 milhões sobre os 58,6 milhões do trimestre anterior. E, mais do que isso, 34% responderam que o smartphone já era sua principal forma de acesso à internet.

Mais uma vez, a popularização do acesso, agora pelos smartphones, vem sendo provocada pelas redes sociais. Os sites e aplicativos sociais, incluindo os apps de troca de mensagens, lideram no ambiente móvel, assim como as grandes redes sociais reinaram no computador.

As redes sociais e os comunicadores de mensagens são utilizados por 78% dos brasileiros com smartphones conectados, segundo a pesquisa realizada em maio de 2015. Em seguida o e-mail aparece com 74%. Entre os conteúdos mais utilizados, lideram os vídeos (54%) e as notícias (40%). Dentro do conteúdo noticioso, a maior procura nos smartphones é por informações locais e da própria cidade.

Já nos tablets, a atividade preferida é jogar games. E chama a atenção que as crianças já representam quase um terço dos maiores usuários de tablets nos domicílios.

A segunda atividade mais realizada nos tablets é consumir redes sociais, mostrando que o brasileiro muda de aparelho mas não abandona sua principal característica, aquela que o diferencia do resto do mundo, que é sua extraordinária necessidade de se comunicar e de se relacionar no ambiente online.

Pesquisas

Histórico de acesso à internet

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Acesso e uso médio

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Categorias acessadas e Perfil de internautas brasileiros – Junho e Dezembro de 2013

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Distribuição dos Internautas domiciliares

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