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Ipsos Connect

A Ipsos é uma empresa de pesquisa de mercado independente, criada e dirigida por profissionais de pesquisa.

Fundada na França e atuando há 40 anos no mercado, o grupo de pesquisa global, com forte presença em todos os mercados-chave no mundo, ocupa, hoje, a terceira posição na indústria global de pesquisa.

Com escritórios em 87 países, a consultoria de pesquisa se consolidou como marca líder por ser a única empresa do setor estruturada por meio de áreas de especialização: Ipsos Marketing (marketing e inovação), Ipsos Connect (mídia e publicidade), Ipsos Loyalty (fidelização de clientes), Ipsos Public Affairs (opinião pública) e Ipsos Observer (coleta de dados).

Formada por experts curiosos e apaixonados por pessoas, mercados, marcas e pela sociedade, a Ipsos busca sempre fornecer inspirações para seus parceiros tomarem as melhores decisões, com segurança, simplicidade, supervelocidade e substância.

Os pesquisadores da Ipsos avaliam o potencial do mercado e interpretam as tendências. Desenvolvem e constroem marcas; ajudam clientes a construírem relacionamento de longo prazo com seus parceiros, testam publicidade e analisam audiência; medem a opinião pública ao redor do mundo.

Em 2008, a Ipsos tornou-se a primeira empresa internacional de pesquisa a assinar o Pacto Global das Nações Unidas.

www.ipsos.com.br

Leitura rápida

A cultura participativa e os “ex-espectadores”

Hoje, de forma abundante, se fala em “Cultura Participativa”. Muito mais do que uma expressão “na moda” para pautar o estímulo à participação dos consumidores midiáticos (“espectadores”), o atual cenário, alicerce dessa cultura, é moldado por profundas transformações sociais e midiáticas.

Tais transformações se estabeleceram a partir de diversos fatores, como a emergência de uma nova classe consumidora – ampliando o acesso às inovações nas plataformas e canais midiáticos; a reconfiguração de uma sociedade em rede – que conecta pessoas e derruba barreiras geográficas e temporais; e a possibilidade tecnológica de produção “amadora” – o que transforma os antes “meros consumidores” em prossumers; entre outros importantes aspectos.

Soma-se a tudo isso o fato de que a mídia está em franca e acelerada transformação. Essa afirmação acaba por ter certo “ar” de lugar comum, afinal, tudo, absolutamente tudo, na atualidade está em transformação e, portanto, com a mídia não poderia ser diferente.

Entretanto, me refiro aqui a uma transformação profunda e sem precedentes. Mesmo com a intensa proliferação de canais e pulverização da audiência hoje, a TV, por exemplo, tem menos de 90 anos e o panorama televisivo já se depara com o “ataque” da digitalização da TV mudando todos os parâmetros anteriores. O rádio FM é só um pouquinho mais velho e segundo Dordor (2007), neste contexto de transformação, já pôs abaixo todas as normas jornalísticas e publicitárias do rádio tradicional conhecido como “periférico”. A mídia impressa igualmente evoluiu nos últimos anos se transmutando rapidamente, principalmente no setor das revistas com os títulos especializados. A imprensa diária, em boa parte alicerçada pelos jornais, ainda se desenvolveu do seu modo, notadamente em suas estruturas capitalistas, tendo passado nos últimos anos por uma transformação radical para se adaptar ao cenário digital e a cultura do “free”.

Em relação ao consumo e estilos de vida, as mídias assumiram um papel diferenciado e tentaram antecipar o futuro. “Convergência” passou a ser a palavra de ordem e em lugar do pensamento único, a união de múltiplas plataformas mascarou a concorrência entre os meios e a rivalidade de ideias: tudo em busca da sedução e retenção do target.

O fato é que todos os espaços da liberdade e de consumo e todos os polos de interesse encontram-se hoje tomados pelos veículos de mídia e seu processo convergente: a vida por múltiplas telas nos prova isso. Por meio deles, as pessoas buscam, no consumo midiático, uma diferenciação, assim como uma “participação” – o que é mais recente. Daí essa produção intensa de conteúdo e a emergência da cultura participativa, que tem mudado o “estado de espírito” do consumidor, seus desejos e padrões, até mesmo a própria cultura de consumo.

As narrativas (ou tramas) nos conteúdos midiáticos produzidos na contemporaneidade são alteradas, de forma radical, pela participação do público consumidor. As obras ficcionais de essência “aberta” (sujeitas a modificações de acordo com a resposta da audiência), como as novelas por exemplo, agora parecem “escancaradas” para a influência dos “espectadores” – que parecem ser tudo, menos “espectadores”…

Impresso ou digital? A força da identidade da marca

É senso comum considerar que há uma variedade sem fim de sistemas de avaliação e acompanhamento para a vida de uma marca. Ou ainda: que a “marca” de qualquer organização pode ser o seu maior patrimônio, em termos monetários, e não apenas imagéticos. Justamente por isso, hoje, tanto se fala na importância do branding para a eficaz gestão estratégica de qualquer empreendimento organizacional. O cenário, portanto, de acirrada concorrência, deve nos fazer pensar um pouco mais além do que, normalmente, estamos acostumados a fazer.

Atualmente, com digital pautando todas as trocas e relações, não tem como não pensarmos amplamente no papel das marcas nessa transição de fronteiras entre o off-line e o online. E quero aqui me dedicar, especificamente, a refletir sobre as marcas dos veículos impressos, hoje disponibilizados para consumo em diversas plataformas e suportes digitais. Não tenho dúvidas de que há uma potencialidade “marcária” que é transferida de imediato: recebe uma inegável chancela institucional.

Tentando traduzir essa impressão em outras palavras: acredito, firmemente, que consumir um “veículo impresso” numa plataforma online é muito mais do que apenas mudar de suporte. Igualmente vai além da quebra de paradigmas tecnológicos, ou da mudança nos hábitos de consumo numa sociedade de oferta abundante de informação e acesso irrestrito a elas. Falo aqui da força que é transportada pela identidade da marca. Principalmente se considerarmos que tal identidade está atrelada, necessariamente, a imagem que a marca desfruta na mente dos seus consumidores. Mesmo que saibamos que “identidade de marca” é diferente de “imagem de marca”.

Tal diferença ocorre porque a identidade de uma marca é um conceito de “emissão” e a “imagem da marca”, por outro lado, é um conceito de “recepção”. Nesse sentido, a transição no consumo das marcas dos veículos impressos para as plataformas digitais é operada no profícuo entrelaçamento da identidade emitida pelo meio (antes apenas impresso) com a imagem percebida pelos leitores (agora também digitais).

Assim sendo, a solidez de diversos veículos impressos na emissão de uma identidade de marca crível, curadora de conteúdo, investigativa e comprometida com a verdade é revertida, concretamente, na imagem que o leitor tem ao consumir seus conteúdos em suportes outros. Esta é, sem dúvida, a grande diferença quando pensamos nos conteúdos independentes que são ofertados, em extrema abundância, nos espaços online.

Então sim: há uma variedade sem fim de sistemas de avaliação e acompanhamento para a vida de uma marca. Então sim: a “marca” de qualquer organização pode ser o seu maior patrimônio. Então sim: faz toda a diferença consumir, na plataforma online, um veículo antes apenas impresso, mas que usufrui de uma identidade crível, comprometida com a verdade, curadora de conteúdo, investigativa – pois há o transporte positivo e memorável da força identitária de sua marca para o mundo digital. Afinal, a mudança de suporte e plataformas sempre é negociável. Confiança e credibilidade, não!

Pesquisas

Penetração dos meios – total geral e regiões

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TV Aberta – Audiência por redes – total geral, por regiões e por mercados

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TV Paga – Audiência por canais – total geral, por regiões e por mercados

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Revista – Índice de leitura por gênero e perfil do leitor – todos os mercados

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Jornal – Índice de leitura por seção e perfil do público – todos os mercados e regiões

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Internet – Acesso à internet por tipo de site todos os mercados

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Out-of-home – penetração por tipo de mídia e perfil do público – total geral – 13 mercados

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Digital ooh – Total geral – 13 mercados

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Cinema – Preferência por gênero de filmes – total geral – total geral -13 mercados

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